CRM 166828-SP | RQE 79134 | RQE 79133
Médica formada pela Faculdade de Medicina
de Itajuba – FMIt
Residência em Cirurgia Geral pela Faculdade
de Medicina de Taubate – UNITAU – 2014 – 2016
Residência em Cirurgia Do Aparelho Digestivo
pelo Hospital Servidor Publico Estadual
IAMSPE – 2017 – 2019
Estágio de Coloproctologia pelo Hospital
Servidor Publico Estadual – IAMSPE – 2017 – 2019
Titulo de Especialista em Cirurgia do Aparelho
Digestivo pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia
Digestiva CBCD – 2020
Titulo de Especialista pela Sociedade Brasileira
de Coloproctologia – 2021
Membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia.
Pós Graduação em Doenças Funcionais do Aparelho
Digestivo pelo Hospital Albert Enstein – 2019 -2020
A Cirurgia do Aparelho Digestivo (CAD) é a especialidade que que estuda e cuida, sob o ponto de vista clinico e principalmente cirúrgico, das doenças que acometem o trato digestivo alto, que inclui esôfago, estômago, fígado, pâncreas, baço, vesícula biliar, além de doenças próprias da parede abdominal como as hérnias.
A Coloproctologia é a especialidade que cuida das patologias do intestino grosso, intestino delgado, reto e ânus, tratando de doenças e distúrbios relacionados a esses órgãos.
O médico que exerce essa especialidade é chamado de coloproctologista ou somente proctologista e é o responsável por todo o processo entre o diagnóstico e o tratamento dessas doenças, incluindo cirurgias anais e intestinais.
Entenda as diferenças entre cirurgia aberta e laparoscópica
Os termos cirurgia aberta ou cirurgia laparoscópica se referem especificamente à via de acesso utilizada para realizar uma cirurgia. Na via aberta é realizada uma incisão cirúrgica convencional para realizar o procedimento. Habitualmente, essa incisão apresenta um comprimento expressivo. Já na cirurgia laparoscópica, são feitos pequenos orifícios onde são introduzidos os instrumentos que irão fazer o mesmo procedimento internamente.
A cirurgia laparoscópica pode ser realizada na grande maioria dos pacientes, sendo o resultado clínico bastante positivo, uma vez que o tempo de internação e a recuperação do paciente são bem mais rápidos, se comparados à cirurgia aberta.
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